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- José, você quer um irmãozinho?
- Quero dois!
- Dois?! Por que?
- Pra deixar um aqui (em casa) e levar outro pra casa da vovó Bite.
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- Então, você está apixonada por mim?
- O que? Ah é, bastante.
- Corta essa, a Lilly me contou.
- Que droga, Lilly!
- Não acredito que faria uma coisa assim.
- É que me importo com você, Barney. E esse tipo de coisa, essas coisas emocionais não é o seu tipo, achei que poderia poupá-lo do problema.
- Talvez eu não queira ser poupado do problema. Talvez eu queira o problema. Estive esperando o problema há bastante tempo, e com você o problema não parece ser tão problemático. Sei lá, achei que sentia da mesma forma.
- Talvez eu sinta. Eu não sei. Talvez eu não seja a melhor pessoa pra confrontar sentimentos. Digo, claramente existe alguma coisa entre nós. Talvez minha cabeça tenha dito uma coisa porque meu coração esteja dizendo outra. Olha, eu sinto algo por você, Barney, talvez até seja amor.
- Oww! Isso tá indo rápido demais, você não acha?
- O que?
- Temos uma boa amizade, por que estragá-la?
- Amigos?
- Amigos.
- Meu deus, você fez de novo. Você me mosbyou.
- Não fiz não!
- Fez sim, danadinha.
- Tem razão, eu mosbyei você.
- Por que tem tanto medo de dar uma chance pra gente?
- Por que eu tenho medo do quanto eu possa gostar de você.
- Oww! Isso é uma má idéia.
- Sim, isso é um erro.
- Sim. Não.
- Eu te amo.
- Vamos ser amigos.
- Ok, amigos então.
- Eu te amo.
- Vamos nos casar.
- Não, você está me sufocando.
- Tudo bem, deixa pra lá.
- Argh!
- Argh!
Um beijo…
- Vamos resolver isto depois.
- É, acho melhor.
- Também acho melhor.
How I Met Your Mother S04E24
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Quando estou mal, é muito fácil de perceber. Não consigo disfarçar, não consigo separar a a crise do resto do mundo, não consigo fingir sorrisos. E quando se está mal, o inconsciente coletivo insiste em crer que você precisa de conselhos. Não que eu não precise, mas é que prefiro o silencio. Mas devido a esta incitada solidariedade, tenho escutado conselhos a torto e a direito.
Um dos conselhos me fez rir. Não sei se funciona pois não testei, mas pelo menos já me ajudou a ficar mais alegre.
É o seguinte! Quando o casamento não está legal, você sai do trabalho, passa numa padaria, supermercado ou farmácia e compra um sabonete. Daí quando chegar em casa você diz: “Benzinho, este é um sabonete especial! Toda vez que você for tomar banho ele vai cair… E eu sempre estarei por perto quando você for pegar…”
Façam bom proveito desta dica de tamanha sabedoria!
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Meu filho tem o cabelo loiro, os olhos azuis e a pele clara. Seus traços em nada de assemelham com os meus. Além disso, tem uma personalidade forte, na qual a alegria se sobressai. Posto isto, a pergunta que não quer calar é: é realmente meu? Mas ontem ele veio com essa:
- Ninguém ama eu!
É meu filho! Quem mais faz drama assim? E enquanto eu me deleitava em remedá-lo, ele soltou outra, bem digna de um filho meu:
- Só eu amo eu.
Como pode? Dois anos e sete meses e ele já está dramático. Pensa quando terminar o primeiro namoro. Ou quando perder algum parente próximo. Ou quando o time do coração for rebaixado. Ele ainda vai fazer muito drama.
Pelo menos dá pra tirar boas coisas disto: ele realmente é meu filho, ele sabe fazer um bom drama e mesmo no drama, ele se ama!
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Sexta passada foi o casamento de uma funcionária do escritório. Eu estava decidido a ir. Quando chamei a Lud, ela não estava muito legal e preferiu ficar em casa. José, no entanto, não perde a oportunidade de sair de casa; ele iria comigo.
Porém, vi que em função de outros compromissos no dia seguinte, eu teria que fazer cerão no escritório e não poderia ir ao casamento. E o José já estava pronto, todo arrumado e mega empolgado. E nesse estado é difícil convencê-lo a mudar de idéia.
- José, nós não vamos mais ao casamento.
- Por que?
- Papai vai ter que trabalhar e não vai poder ir.
- E você, mamãe?
- Mamãe não ta legal e também não vai.
- E quem vai levar eu?
Não importa com quem, como, quando, onde… O negócio é curtir! Com dois anos e sete meses ele já mostra a que veio! Que orgulho!
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É sempre a mesma história
(é tão difícil partir)
É sempre a mesma história
(é impossível ficar)
É sempre mais difícil dizer adeus
Quando não há nada mais pra se dizer
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A Lud resolveu passar o aniversario dela em Tiradentes. Os pais dela tinham vindo e todos lá em casa tambem tinham animado.
No dia anterior papai mudou de idéia devido a demandas do escritório.
Logo que ficou sabendo, Modela já ligou pra tirar satisfação:
- Ahhh neim pai, todo mundo vai!
- Andrea, mas eu não posso…
- Você quer ser diferente, ne?
- Andrea, mas eu não posso…
- Pai, mas é uma viagem de família. Entende-se que é pra todos irem e para ficar todo mundo junto…
- Mas a gente já vai junto pra Dubai no ano q vem… A gente fica junto lá, não ta bom?
- Mas, pai, é só no ano que vem… Não sei se vou morrer ate lá! Rããã… já pensou se eu morro antes? E se eu morrer hj? Vc vai ficar cheio de remorso…
(nesse momento ela já tremia os ombros e apresentava um sorriso ironico de ‘vitoriosa’)
- Então você vai morrer?
- Ahhh pai… Nem viu…
Só ate aqui eu já tinha me divertido horrores, mas ai veio o inesperado…
Papai ligou pra Modela no final do dia e, antes de qualquer coisa:
- Uai, pelo jeito vc não morreu não, né?
- Gracinha…
- Mas vc vai morrer daqui a pouco?
- Ahhh pai!
- Mas aqui, não vá morrer lá não porque senão ainda tenho que ir lá te buscar! Faça o favor!
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